Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
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“Os cabeçudos”...

FUTEBOL - SUB-19
A equipa de Sub19 do FC Porto bateu este sábado o Guimarães por 2-0 na última jornada do campeonato nacional de juniores. O FC Porto terminou a competição em segundo lugar.
Um golo de Rafa, logo aos sete minutos, e outro de André Silva, aos 79, fizeram o resultado, num jogo em que o domínio dos jovens do FC Porto foi absoluto.
Esta vitória não chegou, no entanto, para os juniores se sagrarem campeões, tendo terminado a competição com menos um ponto do que o Benfica, sendo que o FC Porto foi a melhor equipa nos jogos com os grandes, tendo vencido duas vezes o Sporting, terceiro classificado, e uma o Benfica, com quem empatou o outro jogo.
Nacional de Juniores - Fase Final - 14ª Jornada
Local: Centro de Treinos do Olival, em Gaia
Árbitro: Rui Patrício
FC PORTO: Luís Pinto; Victor Garcia, Bruno Silva, André Ribeiro, Rafa, Tomás Podstawski (Vítor Andrade, 29 min.), Leandro (Belinha, 71 min.), Francisco Ramos, Ivo (Raul, 77 min.), André Silva e Gonçalo Paciência
Treinador: Nuno Capucho
VITÓRIA SC: Miguel Palha; David, Tiago Marques, Ricardo Carvalho, Pedro Campos, Júnior (Manuel Pedro, 77 min.), Helinho (João Paulo, 77 min.), Didi, Danilo, Cláudio Ribeiro e Simão (Miguel Ribeiro, 62 min.)
Treinador: Ricardo Silva
Indisciplina: cartão amarelo a Francisco Ramos (22 min.), Leandro (60 min.) e André Ribeiro (69min.); Cláudio Ribeiro (48 min.) e Manuel Pedro (85 min.)
Intervalo: 1-0
Marcadores: Rafa (7 min.) e André Silva (80 min.)
FUTEBOL - SUB-17
A equipa Sub17 do FC Porto venceu este domingo o Sporting, por 1-0, em encontro da terceira jornada da fase final do Nacional de Juniores B. No centro de treino portista, Rui Moreira apontou o único golo da partida, aos 75 minutos, permitindo assim aos Dragões continuar a lutar pelo título.
A formação orientada por José Guilherme teve alguma dificuldade em impor o seu jogo na primeira parte, mas mesmo assim conseguiu criar algumas situações de golo, ficando por assinalar uma grande penalidade e tendo visto ainda um tento ser mal anulado. Na segunda parte, o FC Porto foi mais ofensivo e determinado nas suas acções, criando várias oportunidades para marcar e conseguindo o golo de grande penalidade, já no último terço do encontro.
Nacional de Juvenis - Fase Final - 3ª Jornada
FUTEBOL - SUB-15
A equipa de Sub 15 do FC Porto perdeu na manhã deste domingo, por 1-3, com o Benfica, em jogo da 6.ª e última jornada do campeonato nacional de juniores C.
Rui Pedro apontou o único golo do FC Porto, que teve uma manhã infeliz e nunca conseguiu verdadeiramente entrar no jogo.
O FC Porto terminou a fase final na terceira posição, tendo o Sporting sagrado-se campeão.
Nacional de Iniciados - Fase Final - 6ª Jornada
Local: Estádio Jorge Sampaio, em Gaia
Árbitro: Pedro Ferreira
FC PORTO: Simão; Wilson, Pedro Marques, Rogério (Michael, 68 min.) e Bruno; Rui Pires, Tavares (Casimiro, 62 min.) e Leandro; Madi, Marcelo (João Bola, int.) e Rui Pedro
Treinador: António Folha
SL BENFICA: João Moreira; Diogo Cabral, Pedro Pereira, Jorge Pereira e Ricardo Mangas; Diogo Mendes, Filipe Soares (Bruno Lourenço, 68 min.) e Madiu Bari; Matheus Clemente (João Filipe, 65 min.), Ricardo Araújo e José Gomes
Treinador: Luís Nascimento
Indisciplina: cartão amarelo a João Bola (53 min.) e Leandro (57 min.); e a Matheus Clemente (14 min.)
Intervalo: 0-2
Marcadores: Rui Pedro (43 min. g.p.); José Gomes (17 min.), Filipe Soares (28 min. g.p.) e Ricardo Araújo (38 min.)
Os destaques desta última semana, ficam aqui retratados, no entanto, se queres saber mais pormenores destas ou outras modalidades e/ou escalões de formação, convido-te a visitar a nossa página do facebook (AQUI) onde poderás encontrar toda a informação sobre as modalidades e as camadas jovens do nosso clube.
Pela nossa parte, apenas prometer continuar a desenvolver trabalho em prol do FC Porto, em regime de "voluntariado", da forma que melhor sabemos: com orgulho, com dedicação e com muita paixão.
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“FORMAÇÃO: Vitória azul e branca não bastou!!”...

Sentimento para relembrar... Sentimento inesquecível!!!
aMIGO, Muitos Parabéns!!!
São os votos de todos os colaboradores/as deste espaço de tertúlia.
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“Parabéns Pedro Marques Lopes!”...
Terça-feira, 21 de Maio de 2013
A tripleta estava na moda. Era o campeonato, era a liga Europa, era até a taça...
E tudo o vento levou, ou quase tudo.
Afinal, a tripleta veio para Norte, para o FC Porto, que este fim de semana, ganhou os campeonatos de FUTEBOL, ANDEBOL e HOQUEI. Foi um fim de semana de grandes emoções e de grande fervor clubista.
Nos 3 campeonatos principais onde o FC Porto participa, os lampiões fizeram de cabeçudos perante o campeão! E por isso, a cabeça do lampião continua a inchar...
No ANDEBOL, um Penta histórico, só conseguido pelo sporting em 1973. Neste momento, o FC Porto já lidera com 18 campeonatos contra 17 do sporting (o benfica tem apenas 7) quando até 1999, os leões tinham 16 e o FC Porto apenas 9. Nos últimos 15 anos, ganhamos 9 títulos! Esta equipa é um verdadeiro rolo compressor e é liderada pelo mestre Obradovic.
No HOQUEI EM PATINS, resgatamos o que nos roubaram (e de que forma...) na época passada. Um título indiscutível de uma grande equipa liderada por Tó Neves. Temos 21 títulos, tal como o benfica, sendo que até 1983, tínhamos ZERO, enquanto o rival já contabilizava 15. Nos últimos 31 anos, ganhamos 21 campeonatos contra 6 dos encarnados. Incha Trindade!
ANDEBOL
Na parte final do jogo aos 24-21 e 25-22 o público exultou e conseguiu-se a diferença de 3 bolas que permitia desde logo a festa do pentacampeonato. Grande garra da equipa e grande ambiente no Dragão Caixa. A emoção tomou conta de toda a gente. O Penta era nosso e agora venha a dobradinha.
Sábado, pelas 17h00 dos Açores, há jogo na Horta no fecho do campeonato.
Depois, vem a taça, e lá estarei em Tavira!
HÓQUEI EM PATINS
Caio e Reinaldo Ventura com 2 golos cada arrumaram cedo com os lampiões, que na 2ª parte procuraram até não sofrer muitos mais golos. Jorge Silva, Hélder Nunes e Ricardo Barreiros marcaram os nossos 3 golos restantes numa exibição de sonho dos novos campeões Nacionais.
Grande festa no final do pupilos de Tó Neves que desta forma se consagraram indiscutíveis campeões!
Venha agora a dobradinha e a Liga Europeia (que vai ser no dragão caixa).
Sexta, pelas 21h00, há jogo em Oliveira de Azeméis para a penúltima ronda do campeonato.
Depois, vem a final four Europeia.
BASQUETEBOL
Para a CNB2, vencemos em Braga o GDAS por 91-70 e seguimos invictos.
Neste sábado e domingo jogamos em casa frente ao Abrantes e ao Marinhense; sábado pelas 16h no Lagarteiro, e domingo pelas 18h no dragão caixa. Depois, vêm as decisões!
Um abraço do Lucho.
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“A tripleta que tanto se falava...”...
Na 1/2 final, um FC Porto de «luxo» na noite gélida e chuvosa de 10.04.2003
Num ambiente sufocante, eis então a final de Sevilha.
O descomprimir das emoções... festejando com os adeptos.
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“Sevilha, foi nossa!”...
Segunda-feira, 20 de Maio de 2013
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“Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta!”...





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“FUTEBOL - Tricampeão Nacional 2012/2013”...
Tribunal O JOGO: Paços de Ferreira-FC Porto, 0-2
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa) / Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes / Quarto árbitro: Jorge Ferreira.

fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt
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“Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2012/13, 30ª jornada”...
Domingo, 19 de Maio de 2013
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“UNIDOS VENCEREMOS, DIVIDIDOS CAIREMOS”...
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“"Sabemos que temos de ganhar, mas isso está-nos no sangue"”...
Sábado, 18 de Maio de 2013

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“HOQUEI - Campeão Nacional 2012/2013”...
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“Equipa B termina época com nulo”...

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“ANDEBOL - Pentacampeão Nacional 2012/2013”...
http://bibo-porto-carago.blogspot.com/

Longe vai o tempo em que aqui na tasca se pedia, para divulgação, o envio de vídeos de festejos aquém e além mar. Em relação aos mesmos diria o Culatra, especialista nestas coisas do sexo oposto, que foram 3, quase sem tirar fora.
E assim Sexta, Sábado e ainda Domingo, Portugal e arredores esteve em festa.
Só não viu quem é mouco.
Só não ouviu quem é cego.
Só estiveram calados, ou quase, os cabeçudos.
E isto de falar sobre cabeçudos é sempre um prazer, imenso.
Na Sexta foi o árbitro, no Sábado foi o árbitro e no Domingo foi o... árbitro, pois claro.
Talvez seja então necessário agradecer aos árbitros o PENTA, o 13º nos últimos 15 anos ou mesmo o TRI.
Ou então o melhor marcador, a maior posse de bola ou o menor número de golos sofridos.
Que, no estádio, todos viram e aceitaram a grande penalidade não existe dúvida alguma.
Que, após as repetições, não era grande penalidade(mas um toque efectivo fora da área), é óbvio que não.
E nada, mas mesmo nada, custa a aceitar.
Mas a ideia de quererem colocar em causa a mais que justa vitória do FCPorto no campeonato por este lance só poderá surgir em algumas cabeças que não cabem, por estes dias, em vielas.
Será assim tão difícil de admitir que, num dos campeonatos mais equilibrados de sempre, fosse quem fosse o campeão sê-lo-ia com todo o mérito?
É, não é, cabeçudos? Pois continuem assim a chamar a polícia nas derrotas, continuem assim com a vossa habitual arrogância de vencedores de finais perdidas, de grandezas a preto e branco.
Até porque pró ano há mais!!!
E assim Sexta, Sábado e ainda Domingo, Portugal e arredores esteve em festa.
Só não viu quem é mouco.
Só não ouviu quem é cego.
Só estiveram calados, ou quase, os cabeçudos.
E isto de falar sobre cabeçudos é sempre um prazer, imenso.
Na Sexta foi o árbitro, no Sábado foi o árbitro e no Domingo foi o... árbitro, pois claro.
Talvez seja então necessário agradecer aos árbitros o PENTA, o 13º nos últimos 15 anos ou mesmo o TRI.
Ou então o melhor marcador, a maior posse de bola ou o menor número de golos sofridos.
Que, no estádio, todos viram e aceitaram a grande penalidade não existe dúvida alguma.
Que, após as repetições, não era grande penalidade(mas um toque efectivo fora da área), é óbvio que não.
E nada, mas mesmo nada, custa a aceitar.
Mas a ideia de quererem colocar em causa a mais que justa vitória do FCPorto no campeonato por este lance só poderá surgir em algumas cabeças que não cabem, por estes dias, em vielas.
Será assim tão difícil de admitir que, num dos campeonatos mais equilibrados de sempre, fosse quem fosse o campeão sê-lo-ia com todo o mérito?
É, não é, cabeçudos? Pois continuem assim a chamar a polícia nas derrotas, continuem assim com a vossa habitual arrogância de vencedores de finais perdidas, de grandezas a preto e branco.
Até porque pró ano há mais!!!
FORMAÇÃO: Vitória azul e branca não bastou!!
Publicada por
Pedro Pereira
Categoria:
formação e camadas jovens,
o futuro do dragão pelo pedroporto
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

FUTEBOL - SUB-19
A equipa de Sub19 do FC Porto bateu este sábado o Guimarães por 2-0 na última jornada do campeonato nacional de juniores. O FC Porto terminou a competição em segundo lugar.
Um golo de Rafa, logo aos sete minutos, e outro de André Silva, aos 79, fizeram o resultado, num jogo em que o domínio dos jovens do FC Porto foi absoluto.
Esta vitória não chegou, no entanto, para os juniores se sagrarem campeões, tendo terminado a competição com menos um ponto do que o Benfica, sendo que o FC Porto foi a melhor equipa nos jogos com os grandes, tendo vencido duas vezes o Sporting, terceiro classificado, e uma o Benfica, com quem empatou o outro jogo.
Nacional de Juniores - Fase Final - 14ª Jornada
Local: Centro de Treinos do Olival, em Gaia
Árbitro: Rui Patrício
FC PORTO: Luís Pinto; Victor Garcia, Bruno Silva, André Ribeiro, Rafa, Tomás Podstawski (Vítor Andrade, 29 min.), Leandro (Belinha, 71 min.), Francisco Ramos, Ivo (Raul, 77 min.), André Silva e Gonçalo Paciência
Treinador: Nuno Capucho
VITÓRIA SC: Miguel Palha; David, Tiago Marques, Ricardo Carvalho, Pedro Campos, Júnior (Manuel Pedro, 77 min.), Helinho (João Paulo, 77 min.), Didi, Danilo, Cláudio Ribeiro e Simão (Miguel Ribeiro, 62 min.)
Treinador: Ricardo Silva
Indisciplina: cartão amarelo a Francisco Ramos (22 min.), Leandro (60 min.) e André Ribeiro (69min.); Cláudio Ribeiro (48 min.) e Manuel Pedro (85 min.)
Intervalo: 1-0
Marcadores: Rafa (7 min.) e André Silva (80 min.)
FUTEBOL - SUB-17
A equipa Sub17 do FC Porto venceu este domingo o Sporting, por 1-0, em encontro da terceira jornada da fase final do Nacional de Juniores B. No centro de treino portista, Rui Moreira apontou o único golo da partida, aos 75 minutos, permitindo assim aos Dragões continuar a lutar pelo título.
A formação orientada por José Guilherme teve alguma dificuldade em impor o seu jogo na primeira parte, mas mesmo assim conseguiu criar algumas situações de golo, ficando por assinalar uma grande penalidade e tendo visto ainda um tento ser mal anulado. Na segunda parte, o FC Porto foi mais ofensivo e determinado nas suas acções, criando várias oportunidades para marcar e conseguindo o golo de grande penalidade, já no último terço do encontro.
Nacional de Juvenis - Fase Final - 3ª Jornada
Local: Centro de Treinos do Olival, em Gaia
Árbitro: Paulo Brás
FC PORTO: Andorinha; Rui Silva, André Gomes, Tomás Mota e João Cunha; Rúben Neves (Pelé, 60 min.), Bruno Costa (Joel Pereira, 69 min.) e Rui Moreira; Sérgio Ribeiro, Rúben Macedo e Schuster (Zé Nuno, 69 min.)
Treinador: José Guilherme
SPORTING CP: João Leite; João Marques (Matheus Pereira, 57 min.), Bruno Wilson, Hugo Meira e João Serrano; Marco Barros; Bernardo Carlos, Rafael Barbosa, Fábio Martins (Fábio Pinhão, 48 min.) e Lisandro Semedo (Lucas Jamanca, 72 min.); José Postiga
Treinador: Luís Pedrosa
Indisciplina: cartão amarelo a Rúben Macedo (60 min.) e André Gomes (80+1 min.); cartão vermelho a Matheus Pereira (73 min.)
Intervalo: 0-0
Marcadores: Rui Moreira (75 min. g.p.) )
FUTEBOL - SUB-15
A equipa de Sub 15 do FC Porto perdeu na manhã deste domingo, por 1-3, com o Benfica, em jogo da 6.ª e última jornada do campeonato nacional de juniores C.
Rui Pedro apontou o único golo do FC Porto, que teve uma manhã infeliz e nunca conseguiu verdadeiramente entrar no jogo.
O FC Porto terminou a fase final na terceira posição, tendo o Sporting sagrado-se campeão.
Local: Estádio Jorge Sampaio, em Gaia
Árbitro: Pedro Ferreira
FC PORTO: Simão; Wilson, Pedro Marques, Rogério (Michael, 68 min.) e Bruno; Rui Pires, Tavares (Casimiro, 62 min.) e Leandro; Madi, Marcelo (João Bola, int.) e Rui Pedro
Treinador: António Folha
SL BENFICA: João Moreira; Diogo Cabral, Pedro Pereira, Jorge Pereira e Ricardo Mangas; Diogo Mendes, Filipe Soares (Bruno Lourenço, 68 min.) e Madiu Bari; Matheus Clemente (João Filipe, 65 min.), Ricardo Araújo e José Gomes
Treinador: Luís Nascimento
Indisciplina: cartão amarelo a João Bola (53 min.) e Leandro (57 min.); e a Matheus Clemente (14 min.)
Intervalo: 0-2
Marcadores: Rui Pedro (43 min. g.p.); José Gomes (17 min.), Filipe Soares (28 min. g.p.) e Ricardo Araújo (38 min.)
Os destaques desta última semana, ficam aqui retratados, no entanto, se queres saber mais pormenores destas ou outras modalidades e/ou escalões de formação, convido-te a visitar a nossa página do facebook (AQUI) onde poderás encontrar toda a informação sobre as modalidades e as camadas jovens do nosso clube.
Pela nossa parte, apenas prometer continuar a desenvolver trabalho em prol do FC Porto, em regime de "voluntariado", da forma que melhor sabemos: com orgulho, com dedicação e com muita paixão.
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Fiquem bem e até para a semana.
Pedro Porto
Parabéns Pedro Marques Lopes!
Publicada por
bLuE bOy
Categoria:
homenagem VIPortista,
o dragão da madragoa por pedro marques lopes,
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Sentimento para relembrar... Sentimento inesquecível!!!
aMIGO, Muitos Parabéns!!!
São os votos de todos os colaboradores/as deste espaço de tertúlia.
A tripleta que tanto se falava...
Publicada por
lucho
Categoria:
modalidades amadoras,
o livre de 7 metros do lucho
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A tripleta estava na moda. Era o campeonato, era a liga Europa, era até a taça...
E tudo o vento levou, ou quase tudo.
Afinal, a tripleta veio para Norte, para o FC Porto, que este fim de semana, ganhou os campeonatos de FUTEBOL, ANDEBOL e HOQUEI. Foi um fim de semana de grandes emoções e de grande fervor clubista.
Nos 3 campeonatos principais onde o FC Porto participa, os lampiões fizeram de cabeçudos perante o campeão! E por isso, a cabeça do lampião continua a inchar...
No ANDEBOL, um Penta histórico, só conseguido pelo sporting em 1973. Neste momento, o FC Porto já lidera com 18 campeonatos contra 17 do sporting (o benfica tem apenas 7) quando até 1999, os leões tinham 16 e o FC Porto apenas 9. Nos últimos 15 anos, ganhamos 9 títulos! Esta equipa é um verdadeiro rolo compressor e é liderada pelo mestre Obradovic.
No HOQUEI EM PATINS, resgatamos o que nos roubaram (e de que forma...) na época passada. Um título indiscutível de uma grande equipa liderada por Tó Neves. Temos 21 títulos, tal como o benfica, sendo que até 1983, tínhamos ZERO, enquanto o rival já contabilizava 15. Nos últimos 31 anos, ganhamos 21 campeonatos contra 6 dos encarnados. Incha Trindade!ANDEBOL
- FC Porto 26-23 Benfica
Na parte final do jogo aos 24-21 e 25-22 o público exultou e conseguiu-se a diferença de 3 bolas que permitia desde logo a festa do pentacampeonato. Grande garra da equipa e grande ambiente no Dragão Caixa. A emoção tomou conta de toda a gente. O Penta era nosso e agora venha a dobradinha.Sábado, pelas 17h00 dos Açores, há jogo na Horta no fecho do campeonato.
Depois, vem a taça, e lá estarei em Tavira!
HÓQUEI EM PATINS
- FC Porto 7-3 Benfica
Caio e Reinaldo Ventura com 2 golos cada arrumaram cedo com os lampiões, que na 2ª parte procuraram até não sofrer muitos mais golos. Jorge Silva, Hélder Nunes e Ricardo Barreiros marcaram os nossos 3 golos restantes numa exibição de sonho dos novos campeões Nacionais.
Grande festa no final do pupilos de Tó Neves que desta forma se consagraram indiscutíveis campeões!Venha agora a dobradinha e a Liga Europeia (que vai ser no dragão caixa).
Sexta, pelas 21h00, há jogo em Oliveira de Azeméis para a penúltima ronda do campeonato.
Depois, vem a final four Europeia.
BASQUETEBOL
- GDAS Braga 70-91 FCP Dragon Force
Para a CNB2, vencemos em Braga o GDAS por 91-70 e seguimos invictos.
Neste sábado e domingo jogamos em casa frente ao Abrantes e ao Marinhense; sábado pelas 16h no Lagarteiro, e domingo pelas 18h no dragão caixa. Depois, vêm as decisões!
Um abraço do Lucho.
Sevilha, foi nossa!
Publicada por
bLuE bOy
Categoria:
memorial,
taça uefa,
titulos internacionais,
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Celtic Glasgow 2-3 FC Porto
Taça UEFA 2003
21 de Maio de 2003
Estádio Olimpico, Sevilha (Espanha)
árbitro: Lubos Mitchel (Eslováquia)
Celtic Glasgow: Douglas, Mjalby, Balde, Valgaren (Laursen 64m), Agathe, Lambert (McNamara 75m), Lennon, Thompson, Petrov (Maloney 104m), Larsson e Sutton.
Suplentes não-utilizados: Hedman, Sylla, Fernandez e Jamie Smith.
Treinador: Martin O'Neill.
FC Porto: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (Pedro Emanuel 70m), Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Costinha (Ricardo Costa 8m), Maniche, Deco e Alenitchev; Derlei e Capucho (Marco Ferreira 97m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Tiago, César Peixoto e Clayton.
Treinador: José Mourinho.
Marcadores: Derlei (45m), Larsson (47m), Alenitchev (53m), Larsson (56m) e Derlei (114m).
Muitos já se passaram sobre Sevilha. Passou o jogo, passou o calor, passou a sede, a saga de dias e dias, passou a jornada de ziliões de emoções & mais uma, passou a loucura. Passou-se à história. Os escoceses passaram-se e as ruas da mitificada cidade da Andaluzia esvaziaram-se. Naquilo que foram excelentes notícias para a população local, voltaram a repor-se os stocks de cerveja. Já tudo se escreveu e já tudo se disse. Sevilha. Final. Taça. Nossa. CARAGO!
Ainda hoje me sinto inchado de orgulho pelo clube que tenho aqui dentro. Sou diariamente e à mesma hora obrigado a fazer o curativo do inchaço que teima em não desaparecer. Oh pá! É que Sevilha foi tudo. Foi Epopeia, foi Ilíada, foi Odisseia, Lusíadas e Ilha dos Amores em 5 Cantos, foi Mensagem e Música no Coração. Mas foi sobretudo BraveHeart e o desafio do Guerreiro em Momentos de Glória. O Mundo a Nossos Pés. Foi e é a Insustentável Leveza do Ser. Foi filme, foi épico, foi comédia, foi ópera lírica, foi fábula, conto de mil e uma noites... foi Pullitzer, Nobel, Emmy, Florbela Espanca e Shakespeare. Foi obra!
Apesar da imaturidade do Postiga, apesar do Larsson, apesar da obstinação do Costinha, apesar da manobra de diversão do GoldPalace Casino.com (click here! click here!), apesar da lesão do Jorge Costa, apesar do árbitro do jogo de Lens, apesar do obtuso do seleccionador nacional, apesar da pileca do Presidente da Câmara, apesar de jogadores no very limite, apesar do desgaste e dos estiramentos … a Senhora D. Taçona acabou por ser levantada pelo melhor plantel do mundo e arredores. Isto no meio de rutilantes confettis azuis e brancos, sinónimos de vitória, glória. História.
Aconteça o que acontecer, venha o que vier, digam o que disserem, teremos sempre SEVILHA !!!
Taça UEFA 2003
21 de Maio de 2003
Estádio Olimpico, Sevilha (Espanha)
árbitro: Lubos Mitchel (Eslováquia)
Celtic Glasgow: Douglas, Mjalby, Balde, Valgaren (Laursen 64m), Agathe, Lambert (McNamara 75m), Lennon, Thompson, Petrov (Maloney 104m), Larsson e Sutton.
Suplentes não-utilizados: Hedman, Sylla, Fernandez e Jamie Smith.
Treinador: Martin O'Neill.
FC Porto: Vítor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa (Pedro Emanuel 70m), Ricardo Carvalho e Nuno Valente; Costinha (Ricardo Costa 8m), Maniche, Deco e Alenitchev; Derlei e Capucho (Marco Ferreira 97m).
Suplentes não-utilizados: Nuno, Tiago, César Peixoto e Clayton.
Treinador: José Mourinho.
Marcadores: Derlei (45m), Larsson (47m), Alenitchev (53m), Larsson (56m) e Derlei (114m).
Muitos já se passaram sobre Sevilha. Passou o jogo, passou o calor, passou a sede, a saga de dias e dias, passou a jornada de ziliões de emoções & mais uma, passou a loucura. Passou-se à história. Os escoceses passaram-se e as ruas da mitificada cidade da Andaluzia esvaziaram-se. Naquilo que foram excelentes notícias para a população local, voltaram a repor-se os stocks de cerveja. Já tudo se escreveu e já tudo se disse. Sevilha. Final. Taça. Nossa. CARAGO!
Ainda hoje me sinto inchado de orgulho pelo clube que tenho aqui dentro. Sou diariamente e à mesma hora obrigado a fazer o curativo do inchaço que teima em não desaparecer. Oh pá! É que Sevilha foi tudo. Foi Epopeia, foi Ilíada, foi Odisseia, Lusíadas e Ilha dos Amores em 5 Cantos, foi Mensagem e Música no Coração. Mas foi sobretudo BraveHeart e o desafio do Guerreiro em Momentos de Glória. O Mundo a Nossos Pés. Foi e é a Insustentável Leveza do Ser. Foi filme, foi épico, foi comédia, foi ópera lírica, foi fábula, conto de mil e uma noites... foi Pullitzer, Nobel, Emmy, Florbela Espanca e Shakespeare. Foi obra!
Apesar da imaturidade do Postiga, apesar do Larsson, apesar da obstinação do Costinha, apesar da manobra de diversão do GoldPalace Casino.com (click here! click here!), apesar da lesão do Jorge Costa, apesar do árbitro do jogo de Lens, apesar do obtuso do seleccionador nacional, apesar da pileca do Presidente da Câmara, apesar de jogadores no very limite, apesar do desgaste e dos estiramentos … a Senhora D. Taçona acabou por ser levantada pelo melhor plantel do mundo e arredores. Isto no meio de rutilantes confettis azuis e brancos, sinónimos de vitória, glória. História.
Aconteça o que acontecer, venha o que vier, digam o que disserem, teremos sempre SEVILHA !!!
Na 1/2 final, um FC Porto de «luxo» na noite gélida e chuvosa de 10.04.2003
Num ambiente sufocante, eis então a final de Sevilha.
O descomprimir das emoções... festejando com os adeptos.
Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta!
Publicada por
RAM
Categoria:
a camioneta a passar a ponte por ram,
liga 2012-13,
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Paços de Ferreira 0-2 FC Porto
Liga 2012/13, 30.ª jornada
19 de Maio de 2013
Estádio da Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes.
Quarto árbitro: Jorge Ferreira.
PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Tony, Ricardo, Tiago Valente e Diogo Figueiras; André Leão, Luiz Carlos e Vítor; Manuel José (cap.), Poulsen e Josué.
Substituições: Poulsen por Cohene (24m), Manuel José por Christian (intervalo) e Vítor por Hurtado (74m).
Não utilizados: António Filipe, Caetano, Nuno Santos e Filipe Anunciação.
Treinador: Paulo Fonseca.
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela.
Substituições: Defour por Castro (78m), James por Kelvin (82m) e Varela por Liedson (89m).
Não utilizados: Fabiano, Izmaylov, Abdoulaye e Sebá.
Treinador: Vítor Pereira.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Lucho (23m, pen.) e Jackson (52m).
Cartões amarelos: Danilo (17m e 56m) e André Leão (78m).
Cartões vermelhos: Ricardo (22m) e Danilo (56m, por acumulação de amarelos).
É tarefa árdua descrever com palavras o que significou este título para o FC Porto e para as suas gentes. Em retrospectiva, tudo parece agora parece fazer sentido, quase como que saído de um guião típico de finais felizes. Afigura-se impossível, desculpem-me, fazer a crónica somente deste jogo. O jogo na Mata Real só faz sentido e só tem história se for contado o que está para trás, o que nos levou até aqui, o que foi acontecendo até este dia 19 de Maio, onde todas as decisões se concentraram em Paços de Ferreira.
A eliminação da Champions às mãos do Málaga (fruto de uma primeira mão muito perdulária) e os empates na Madeira e em Alvalade trouxeram um grande desânimo a toda a nação portista e alteraram o rumo do campeonato até então. Ficaram bem à vista, nessa altura, as difíceis condições com que Vítor Pereira se foi deparando ao longo de toda a temporada, fruto de um plantel curto e limitado, que teria obrigatoriamente que ser esticado ao máximo até ao final do campeonato. As críticas começaram, então, a cair como água da chuva. Sobre o treinador, sobre os jogadores, sobre os dirigentes. O James não recupera da lesão. Fala-se na saída atabalhoada do Hulk e da não contratação do Lima. Mas principalmente, não esqueçamos, o maior visado é o treinador.
Do outro lado da trincheira, pelo contrário, respirava-se confiança e saúde. Eles tinham as melhores opções, um banco de categoria, estavam em todas as frentes e jogavam o tal futebol-espectáculo. Nós tínhamos um ponta-de-lança e meio e eles tinham três ou quatro matadores, já para não falar nos extremos sempre em alta rotação e prontos a entrar. Nós, por cá, antes dos jogos frente ao Braga de José Peseiro, estávamos com a neura. Apreensivos, meio abatidos, pouco confiantes, sem a chama que nos caracteriza. Mas, bem lá no fundo, com a crença ainda viva, embora escondida, prestes a soltar-se cá para fora à primeira oportunidade. É nesse jogo, em casa, que se ouve falar pela primeira vez de um rapaz chamado Kelvin, de cabelo estranho, ar de moleque e corpo franzino. Faz dois golos ao cair do pano e conquista três pontos para o Dragão. Mais não faz do que alimentar a crença, reacender a chama, pôr-nos a acreditar no impossível.
Logo de seguida, novo desânimo. Perdemos a Final da Taça da Liga frente ao mesmo Braga, num jogo estranho, e a chama volta a enfraquecer, a confiança esvai-se e regressa a apreensão. Do lado contrário, o cortejo continua triunfal. Dispunham de um panzer todo-o-terreno a meio-campo e estavam na Final da Liga Europa e na Final da Taça de Portugal. Em suma: estavam galvanizados. E aplicavam a nota artística. Não importa que tenham ganho aos leões com uma grande “capelada” à mistura. Eles, aliás, não ganham. Eles atropelam os adversários. Eles trituram os oponentes. Eles são um rolo compressor.
Até que vão à Madeira e, após uma primeira parte atribulada, ganham o jogo com um golo na própria baliza já perto do final do jogo. Festejam como se já fossem campeões. Atónito, esfrego os olhos, belisco-me para crer no que estou a ver. Mas sim, é verdade. Ainda faltam três jogos e eles já fazem uma “rodinha” aos saltos e aos abraços. Erro crasso, penso. Isto costuma dar azar, concluo. Mas se calhar sou eu que sou doente pelo Porto e ainda acredito no impossível.
Afinal de contas, como ainda ter esperança? Quem será capaz de derrotar o mestre da táctica? Como vencer esta equipa trituradora? Haverá antídoto para esta máquina de jogar futebol? Os jornais e as televisões dizem que não, que eles são do melhor que há, que o médio deles vai sair por 40 milhões, o central por 20 milhões, que o nosso treinador não está à altura, que faltam soluções, que o Jackson está cansadíssimo, que o Liedson e o Izmailov foram más contratações, que muita coisa tem que ser repensada para os lados das Antas.
Chega a nossa vez de ir jogar à Madeira, à Choupana. Resolvemos o jogo na primeira parte e ficamos, no sofá, a aguardar pelo desfecho – mais que esperado – do jogo deles frente ao Estoril. A nossa crença vai crescendo à medida que os minutos para os 90 vão diminuindo. Será possível? É mesmo. O jogo acaba e parece que um terramoto varreu aquele estádio com problemas de iluminação. Olhares no vazio, silêncio sepulcral, caras franzidas, medo estampado na cara. Falar no que se passou depois é dispensável. Cada um viveu-o à sua maneira. O “ides sofrer como cães”, tão popularizado nos dias que anteciparam o clássico no Dragão, mais não foi do que chamá-los à realidade. Já sabemos que a doença de que padecem é terem de jogar futebol. Porque de resto, são os melhores do mundo. Mas, chatice das chatices, ainda são obrigados a ganhar jogos no relvado. Ainda são obrigados a jogar contra todas as equipas do campeonato, a duas voltas, durante 90 minutos. De resto, já se sabe, são os melhores do mundo. O problema é essa maldita teimosia de os obrigarem a jogar a bola. Ainda para mais, de os obrigarem a jogar depois da hora, nessa tal “novidade” que se chama descontos de tempo. Ai, se isto fosse como no antigamente!...
Diz o poeta Manuel Alegre, curiosamente adepto do clube do milhafre, que o 25 de Abril de 1974 foi o único dia da sua vida em que viu desconhecidos na rua a abraçarem-se, entre sorrisos e lágrimas. Manuel Alegre não é portista, pelo que não pôde verificar com os seus próprios olhos que não é bem assim. Também no dia 11 de Maio de 2013, desconhecidos se abraçaram, dentro de um estádio de futebol, mais concretamente ao minuto 92, celebrando aquela que foi a nossa revolução, o nosso grito de revolta perante todo o circo instalado de festas antecipadas e de reservas de festejos por antecedência. A alma e a mística portistas concentraram-se naquele momento no remate de pé esquerdo do miúdo Kelvin, na passada, de chofre, sem pedir permissão e sem dó nem piedade. Cruel, de facto.
Antes da última jornada, eles ainda vão a tempo de perder mais uma final europeia. Antes do jogo, os jornalistas e comentadores diziam que eram os favoritos. Favoritos? Contra o Chelsea campeão europeu?!, penso algo surpreendido. Sim, eram, porque tinham mais equipa e não apenas individualidades. Começam a todo o gás, porque eles não disputam jogos. Eles atropelam os adversários e são uma máquina tritutadora. No fim, voltam a perder o jogo aos 92 minutos. Cruel de novo, de facto. Começa o delírio colectivo. É o azar. É o número 92. É a maldição de um treinador de há 50 anos. É o Jesus que é pé frio. A desresponsabilização total. Não se referem aos festejos antecipados nem à falta de humildade. Mas lá está, tirando os descontos e o azar, são os melhores do mundo.
Entretanto, na Sexta, a equipa de andebol deles vem jogar ao Dragão Caixa. O Porto, para ser campeão nesse jogo, precisa de ganhar por três golos de diferença. Vencemos por 26 x 23 e somos PENTA. Aqui não há minuto 92, mas foi azar com certeza. Um em três. No Sábado, coincidência das coincidências, a equipa de hóquei em patins deles vem jogar ao Dragão Caixa. O Porto, se ganhar, é Ccampeão. Vencemos por 7 x 3 e, depois de um ano sem ganhar, resgatamos o título de Campeão Nacional. Em doze épocas, 11 títulos são azuis e brancos. Não há minuto 92, não há Jesus, não há maldição, não há descontos, mas foi azar outra vez. Dois em três.
Domingo. Chega a jornada final. Acordei cedo, sem bilhete. Seguindo o exemplo do meu clube, não deixo de acreditar. A esperança não morre. Ligo a dois amigos de infância, irmãos, ambos sem bilhete, e convenço-os a irmos a Paços de Ferreira receber a equipa e, quiçá, arranjar bilhetes para o jogo de todas as decisões. Não festejamos os bilhetes por antecedência, mas acreditamos que é possível. Chegamos cedo e entramos num café para refrescar as gargantas com um fino, como não podia deixar de ser. Vamos dar uma volta pelas imediações no estádio, à espera do impossível, a um preço decente. Até que pára um candongueiro mesmo à nossa frente e diz que tem três bilhetes para vender e que os tem que despachar. É o nosso momento Kelvin. Negócio fechado e três bilhetes para o título.
O FC Porto não foi jogar esta final a Paços de Ferreira. Foi ganhá-la. Conforme consta nos pergaminhos do clube. Lucho e Jackson selaram o título portista, entrando para a História como a terceira equipa em Portugal que termina um campeonato sem derrotas. Aliás, apenas a título de curiosidade, o TRI-Campeonato apenas tem uma derrota (em Barcelos) num percurso de 90 jogos, o que diz tudo sobre a hegemonia azul e branca dos últimos anos.
Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta, lembram-se? Três em três.
PENTA (andebol). RESGATE (hóquei). TRI (futebol).
Despeço-me de todos, para férias de futebol, com uma frase do nosso grande treinador Vítor Pereira, obreiro maior deste saboroso título, prestando-lhe aqui a minha homenagem: “A sorte dá muito trabalho”.
Rodrigo de Almada Martins

DECLARAÇÕES
VÍTOR PEREIRA:
Na sala de imprensa do Paços de Ferreira, Vítor Pereira surgiu acompanhado de toda a sua equipa técnica e pediu desde logo desculpa aos jornalistas, porque queria “falar pouco”. Para além de deixar agradecimentos a todos os que auxiliaram este percurso rumo ao “tri”, o técnico quis colocar os holofotes sobre os jogadores, que “trabalharam e acreditaram muito”.
Sentimento de tricampeão
“Vou falar pouco, mas é a vontade que tenho e quero é festejar com os nossos adeptos. Fundamentalmente, vou aproveitar para agradecer a esta equipa técnica maravilhosa, que me apoiou sempre e que merece tudo. Vou agradecer às nossas famílias, às famílias dos jogadores e de toda a gente que sofre connosco. Queria agradecer à administração, ao nosso presidente, ao clube e a toda a estrutura, a todos os que nos acompanharam neste momento e não estão aqui, porque não são visíveis, mas trabalharam muito para mais um título. Gostava de agradecer aos nossos adeptos e à massa associativa, pela crença, por nos apoiarem sempre e particularmente às nossas claques, que estiveram sempre connosco.”
Luzes sobre os jogadores
“Queria chegar ao final sem ter necessidade de falar de mim. Falem vocês, analisem, digam o que entenderem. Não sinto necessidade nenhuma de falar de mim. Sinto necessidade de falar dos meus jogadores, da minha grande equipa. Estes jogadores têm grande qualidade e é um privilégio trabalhar com eles, pela sua qualidade e carácter. São eles que hoje têm de ter as luzes sobre ele. Estes jogadores merecem, trabalharam muito e acreditaram muito.”
Méritos e deméritos
“Não consigo dizer agora até onde vai o nosso mérito e demérito dos outros. O que digo é que somos campeões com todo o mérito e merecemos o título.”
RESUMO DO JOGO
Liga 2012/13, 30.ª jornada
19 de Maio de 2013
Estádio da Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).
Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes.
Quarto árbitro: Jorge Ferreira.
PAÇOS DE FERREIRA: Cássio; Tony, Ricardo, Tiago Valente e Diogo Figueiras; André Leão, Luiz Carlos e Vítor; Manuel José (cap.), Poulsen e Josué.
Substituições: Poulsen por Cohene (24m), Manuel José por Christian (intervalo) e Vítor por Hurtado (74m).
Não utilizados: António Filipe, Caetano, Nuno Santos e Filipe Anunciação.
Treinador: Paulo Fonseca.
FC PORTO: Helton; Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro; Defour, João Moutinho e Lucho (cap.); James, Jackson Martínez e Varela.
Substituições: Defour por Castro (78m), James por Kelvin (82m) e Varela por Liedson (89m).
Não utilizados: Fabiano, Izmaylov, Abdoulaye e Sebá.
Treinador: Vítor Pereira.
Ao intervalo: 0-1.
Marcadores: Lucho (23m, pen.) e Jackson (52m).
Cartões amarelos: Danilo (17m e 56m) e André Leão (78m).
Cartões vermelhos: Ricardo (22m) e Danilo (56m, por acumulação de amarelos).
É tarefa árdua descrever com palavras o que significou este título para o FC Porto e para as suas gentes. Em retrospectiva, tudo parece agora parece fazer sentido, quase como que saído de um guião típico de finais felizes. Afigura-se impossível, desculpem-me, fazer a crónica somente deste jogo. O jogo na Mata Real só faz sentido e só tem história se for contado o que está para trás, o que nos levou até aqui, o que foi acontecendo até este dia 19 de Maio, onde todas as decisões se concentraram em Paços de Ferreira.A eliminação da Champions às mãos do Málaga (fruto de uma primeira mão muito perdulária) e os empates na Madeira e em Alvalade trouxeram um grande desânimo a toda a nação portista e alteraram o rumo do campeonato até então. Ficaram bem à vista, nessa altura, as difíceis condições com que Vítor Pereira se foi deparando ao longo de toda a temporada, fruto de um plantel curto e limitado, que teria obrigatoriamente que ser esticado ao máximo até ao final do campeonato. As críticas começaram, então, a cair como água da chuva. Sobre o treinador, sobre os jogadores, sobre os dirigentes. O James não recupera da lesão. Fala-se na saída atabalhoada do Hulk e da não contratação do Lima. Mas principalmente, não esqueçamos, o maior visado é o treinador.
Do outro lado da trincheira, pelo contrário, respirava-se confiança e saúde. Eles tinham as melhores opções, um banco de categoria, estavam em todas as frentes e jogavam o tal futebol-espectáculo. Nós tínhamos um ponta-de-lança e meio e eles tinham três ou quatro matadores, já para não falar nos extremos sempre em alta rotação e prontos a entrar. Nós, por cá, antes dos jogos frente ao Braga de José Peseiro, estávamos com a neura. Apreensivos, meio abatidos, pouco confiantes, sem a chama que nos caracteriza. Mas, bem lá no fundo, com a crença ainda viva, embora escondida, prestes a soltar-se cá para fora à primeira oportunidade. É nesse jogo, em casa, que se ouve falar pela primeira vez de um rapaz chamado Kelvin, de cabelo estranho, ar de moleque e corpo franzino. Faz dois golos ao cair do pano e conquista três pontos para o Dragão. Mais não faz do que alimentar a crença, reacender a chama, pôr-nos a acreditar no impossível.
Logo de seguida, novo desânimo. Perdemos a Final da Taça da Liga frente ao mesmo Braga, num jogo estranho, e a chama volta a enfraquecer, a confiança esvai-se e regressa a apreensão. Do lado contrário, o cortejo continua triunfal. Dispunham de um panzer todo-o-terreno a meio-campo e estavam na Final da Liga Europa e na Final da Taça de Portugal. Em suma: estavam galvanizados. E aplicavam a nota artística. Não importa que tenham ganho aos leões com uma grande “capelada” à mistura. Eles, aliás, não ganham. Eles atropelam os adversários. Eles trituram os oponentes. Eles são um rolo compressor.
Até que vão à Madeira e, após uma primeira parte atribulada, ganham o jogo com um golo na própria baliza já perto do final do jogo. Festejam como se já fossem campeões. Atónito, esfrego os olhos, belisco-me para crer no que estou a ver. Mas sim, é verdade. Ainda faltam três jogos e eles já fazem uma “rodinha” aos saltos e aos abraços. Erro crasso, penso. Isto costuma dar azar, concluo. Mas se calhar sou eu que sou doente pelo Porto e ainda acredito no impossível.Afinal de contas, como ainda ter esperança? Quem será capaz de derrotar o mestre da táctica? Como vencer esta equipa trituradora? Haverá antídoto para esta máquina de jogar futebol? Os jornais e as televisões dizem que não, que eles são do melhor que há, que o médio deles vai sair por 40 milhões, o central por 20 milhões, que o nosso treinador não está à altura, que faltam soluções, que o Jackson está cansadíssimo, que o Liedson e o Izmailov foram más contratações, que muita coisa tem que ser repensada para os lados das Antas.
Chega a nossa vez de ir jogar à Madeira, à Choupana. Resolvemos o jogo na primeira parte e ficamos, no sofá, a aguardar pelo desfecho – mais que esperado – do jogo deles frente ao Estoril. A nossa crença vai crescendo à medida que os minutos para os 90 vão diminuindo. Será possível? É mesmo. O jogo acaba e parece que um terramoto varreu aquele estádio com problemas de iluminação. Olhares no vazio, silêncio sepulcral, caras franzidas, medo estampado na cara. Falar no que se passou depois é dispensável. Cada um viveu-o à sua maneira. O “ides sofrer como cães”, tão popularizado nos dias que anteciparam o clássico no Dragão, mais não foi do que chamá-los à realidade. Já sabemos que a doença de que padecem é terem de jogar futebol. Porque de resto, são os melhores do mundo. Mas, chatice das chatices, ainda são obrigados a ganhar jogos no relvado. Ainda são obrigados a jogar contra todas as equipas do campeonato, a duas voltas, durante 90 minutos. De resto, já se sabe, são os melhores do mundo. O problema é essa maldita teimosia de os obrigarem a jogar a bola. Ainda para mais, de os obrigarem a jogar depois da hora, nessa tal “novidade” que se chama descontos de tempo. Ai, se isto fosse como no antigamente!...
Diz o poeta Manuel Alegre, curiosamente adepto do clube do milhafre, que o 25 de Abril de 1974 foi o único dia da sua vida em que viu desconhecidos na rua a abraçarem-se, entre sorrisos e lágrimas. Manuel Alegre não é portista, pelo que não pôde verificar com os seus próprios olhos que não é bem assim. Também no dia 11 de Maio de 2013, desconhecidos se abraçaram, dentro de um estádio de futebol, mais concretamente ao minuto 92, celebrando aquela que foi a nossa revolução, o nosso grito de revolta perante todo o circo instalado de festas antecipadas e de reservas de festejos por antecedência. A alma e a mística portistas concentraram-se naquele momento no remate de pé esquerdo do miúdo Kelvin, na passada, de chofre, sem pedir permissão e sem dó nem piedade. Cruel, de facto.
Antes da última jornada, eles ainda vão a tempo de perder mais uma final europeia. Antes do jogo, os jornalistas e comentadores diziam que eram os favoritos. Favoritos? Contra o Chelsea campeão europeu?!, penso algo surpreendido. Sim, eram, porque tinham mais equipa e não apenas individualidades. Começam a todo o gás, porque eles não disputam jogos. Eles atropelam os adversários e são uma máquina tritutadora. No fim, voltam a perder o jogo aos 92 minutos. Cruel de novo, de facto. Começa o delírio colectivo. É o azar. É o número 92. É a maldição de um treinador de há 50 anos. É o Jesus que é pé frio. A desresponsabilização total. Não se referem aos festejos antecipados nem à falta de humildade. Mas lá está, tirando os descontos e o azar, são os melhores do mundo.Entretanto, na Sexta, a equipa de andebol deles vem jogar ao Dragão Caixa. O Porto, para ser campeão nesse jogo, precisa de ganhar por três golos de diferença. Vencemos por 26 x 23 e somos PENTA. Aqui não há minuto 92, mas foi azar com certeza. Um em três. No Sábado, coincidência das coincidências, a equipa de hóquei em patins deles vem jogar ao Dragão Caixa. O Porto, se ganhar, é Ccampeão. Vencemos por 7 x 3 e, depois de um ano sem ganhar, resgatamos o título de Campeão Nacional. Em doze épocas, 11 títulos são azuis e brancos. Não há minuto 92, não há Jesus, não há maldição, não há descontos, mas foi azar outra vez. Dois em três.
Domingo. Chega a jornada final. Acordei cedo, sem bilhete. Seguindo o exemplo do meu clube, não deixo de acreditar. A esperança não morre. Ligo a dois amigos de infância, irmãos, ambos sem bilhete, e convenço-os a irmos a Paços de Ferreira receber a equipa e, quiçá, arranjar bilhetes para o jogo de todas as decisões. Não festejamos os bilhetes por antecedência, mas acreditamos que é possível. Chegamos cedo e entramos num café para refrescar as gargantas com um fino, como não podia deixar de ser. Vamos dar uma volta pelas imediações no estádio, à espera do impossível, a um preço decente. Até que pára um candongueiro mesmo à nossa frente e diz que tem três bilhetes para vender e que os tem que despachar. É o nosso momento Kelvin. Negócio fechado e três bilhetes para o título.
O FC Porto não foi jogar esta final a Paços de Ferreira. Foi ganhá-la. Conforme consta nos pergaminhos do clube. Lucho e Jackson selaram o título portista, entrando para a História como a terceira equipa em Portugal que termina um campeonato sem derrotas. Aliás, apenas a título de curiosidade, o TRI-Campeonato apenas tem uma derrota (em Barcelos) num percurso de 90 jogos, o que diz tudo sobre a hegemonia azul e branca dos últimos anos.
Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta, lembram-se? Três em três.
PENTA (andebol). RESGATE (hóquei). TRI (futebol).
Despeço-me de todos, para férias de futebol, com uma frase do nosso grande treinador Vítor Pereira, obreiro maior deste saboroso título, prestando-lhe aqui a minha homenagem: “A sorte dá muito trabalho”.
Rodrigo de Almada Martins

DECLARAÇÕES
VÍTOR PEREIRA:
Na sala de imprensa do Paços de Ferreira, Vítor Pereira surgiu acompanhado de toda a sua equipa técnica e pediu desde logo desculpa aos jornalistas, porque queria “falar pouco”. Para além de deixar agradecimentos a todos os que auxiliaram este percurso rumo ao “tri”, o técnico quis colocar os holofotes sobre os jogadores, que “trabalharam e acreditaram muito”.
Sentimento de tricampeão
“Vou falar pouco, mas é a vontade que tenho e quero é festejar com os nossos adeptos. Fundamentalmente, vou aproveitar para agradecer a esta equipa técnica maravilhosa, que me apoiou sempre e que merece tudo. Vou agradecer às nossas famílias, às famílias dos jogadores e de toda a gente que sofre connosco. Queria agradecer à administração, ao nosso presidente, ao clube e a toda a estrutura, a todos os que nos acompanharam neste momento e não estão aqui, porque não são visíveis, mas trabalharam muito para mais um título. Gostava de agradecer aos nossos adeptos e à massa associativa, pela crença, por nos apoiarem sempre e particularmente às nossas claques, que estiveram sempre connosco.”
Luzes sobre os jogadores
“Queria chegar ao final sem ter necessidade de falar de mim. Falem vocês, analisem, digam o que entenderem. Não sinto necessidade nenhuma de falar de mim. Sinto necessidade de falar dos meus jogadores, da minha grande equipa. Estes jogadores têm grande qualidade e é um privilégio trabalhar com eles, pela sua qualidade e carácter. São eles que hoje têm de ter as luzes sobre ele. Estes jogadores merecem, trabalharam muito e acreditaram muito.”
Méritos e deméritos
“Não consigo dizer agora até onde vai o nosso mérito e demérito dos outros. O que digo é que somos campeões com todo o mérito e merecemos o título.”
RESUMO DO JOGO
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Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2012/13, 30ª jornada
Publicada por
bLuE bOy
Categoria:
arbitragem,
liga 2012-13,
tribunal d'o jogo
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Tribunal O JOGO: Paços de Ferreira-FC Porto, 0-2
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa) / Assistentes: Nuno Pereira e Hernâni Fernandes / Quarto árbitro: Jorge Ferreira.

fonte: ojogo.pt e portistaforever.blogs.sapo.pt
UNIDOS VENCEREMOS, DIVIDIDOS CAIREMOS
Publicada por
João Ribas
Categoria:
a camisola 2 do joão ribas
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Quando todos pensávamos que a semana passada seria a mais longa do ano, pela ansiedade do confronto diante do nosso Rival à conquista do Título, eis que nem vos sei garantir o quanto esta está a demorar a passar de tantos acontecimentos que vai tendo. Muitos podem julgar que a espontaneidade daquele remate de Kelvin deixou o Regime atordoado, mas desenganem-se. Se existe uma certeza que os nossos rivais têm, de cada vez que nos visitam, é mesmo a escassez das suas possibilidades de conseguirem um Resultado Positivo aqui. E tudo isso tem uma Base na qual se sustenta, os Adeptos do FC Porto. A sua Força, a sua Fúria, a sua Raiva, o seu Espírito de Sacrifício, a sua Dedicação e a sua Alegria provam todos os Anos que existe realmente Magia na Cidade Invicta! É exatamente este fator que os deixa sempre sem saber mais o que fazer para o contornar. Todavia, no desespero de salvar uma Época, ainda encontraram engenho nos tentar tirar Força para o último Jogo em Paços de Ferreira. Além do já conhecido Prémio aos Castores em caso de Triunfo ou Empate, resolveram tentar retirar toda a Força à nossa Equipa, impedindo uma enchente de Dragões na Mata Real. Eles sabem que é aí que está a nossa Força...
Não conseguem é reconhecer um Facto Indesmentível, a Solidez da nossa Unidade Tripeira. Quanto mais nos tentam Dividir, mais Unidos ficamos, mais Lutamos, mais nos Sacrificamos e mais nos Dedicamos à Guerra contra o Centralismo Bacoco e contra a Falsidade.
Para tal, nada melhor que ver um Dragãozinho repleto de Dragões a darem Vida a Desportos como o Andebol e o Hóquei em Patins, antes da nossa Cruzada a Paços de Ferreira. Melhor ainda foi o Adversário convidado para os nossos Treinos e, conforme sempre me habituei, quanto melhor Treinamos melhor Jogamos! Para iniciar a nossa preparação, diria que fizemos um Treino Perfeito em Andebol. Todos somos Pentacampeões, numa Modalidade onde ter Jogadores com o nosso ADN Tripeiro, exemplarmente orientados por um Treinador que faz da Capacidade de Trabalho e Sacrifício a sua arma! Foi Lindo de ver, de participar e de celebrar...
Em Hóquei em Patins foi o habitual Treino de descompressão no dia anterior à Grande Final. O FC Porto e os seus Adeptos passearam a sua superioridade sobre os Convidados de Ocasião, incapazes de aguentar 50 Minutos de Jogo. Estão habituados a jogar apenas 49 e naturalmente acusaram o desgaste. Momento fantástico para nos deliciarmos, ver aquelas Cabeças continuamente a inchar durante todo Jogo!
É esta Atitude que levaremos à Capital do Móvel, seja dentro ou fora do Estádio da Mata Real! É ali que todos vamos querer estar e marcar presença, conscientes que cada um de nós é importante e faz parte daquele Plantel do FC Porto. Teremos em conjunto de lutar contra aquilo que o nosso Adversário mais nos tenta fragilizar e não tenho dúvidas que estaremos todos lá e que dedicaremos a nossa Alma àquele Jogo, que nos pode valer uma Época de Sucesso e nos permitirá, mesmo em Tempos de Crise, andar com um Sorriso Aberto durante todo ano. Sejamos aquilo que sempre fomos, Invejados!
Enquanto umas Papoilas Saltitantes se consideram um Inferno para os Adversários, nós consideramo-nos uns Anfitriões Exemplares. Afinal de contas sempre os convidamos para as nossas Festas, fazendo que o Desporto seja mesmo a Alegria do Povo...
O ESFORÇO É O ANTECESSOR DA GLÓRIA E DO SUCESSO!
Não conseguem é reconhecer um Facto Indesmentível, a Solidez da nossa Unidade Tripeira. Quanto mais nos tentam Dividir, mais Unidos ficamos, mais Lutamos, mais nos Sacrificamos e mais nos Dedicamos à Guerra contra o Centralismo Bacoco e contra a Falsidade.
Para tal, nada melhor que ver um Dragãozinho repleto de Dragões a darem Vida a Desportos como o Andebol e o Hóquei em Patins, antes da nossa Cruzada a Paços de Ferreira. Melhor ainda foi o Adversário convidado para os nossos Treinos e, conforme sempre me habituei, quanto melhor Treinamos melhor Jogamos! Para iniciar a nossa preparação, diria que fizemos um Treino Perfeito em Andebol. Todos somos Pentacampeões, numa Modalidade onde ter Jogadores com o nosso ADN Tripeiro, exemplarmente orientados por um Treinador que faz da Capacidade de Trabalho e Sacrifício a sua arma! Foi Lindo de ver, de participar e de celebrar...
Em Hóquei em Patins foi o habitual Treino de descompressão no dia anterior à Grande Final. O FC Porto e os seus Adeptos passearam a sua superioridade sobre os Convidados de Ocasião, incapazes de aguentar 50 Minutos de Jogo. Estão habituados a jogar apenas 49 e naturalmente acusaram o desgaste. Momento fantástico para nos deliciarmos, ver aquelas Cabeças continuamente a inchar durante todo Jogo!
É esta Atitude que levaremos à Capital do Móvel, seja dentro ou fora do Estádio da Mata Real! É ali que todos vamos querer estar e marcar presença, conscientes que cada um de nós é importante e faz parte daquele Plantel do FC Porto. Teremos em conjunto de lutar contra aquilo que o nosso Adversário mais nos tenta fragilizar e não tenho dúvidas que estaremos todos lá e que dedicaremos a nossa Alma àquele Jogo, que nos pode valer uma Época de Sucesso e nos permitirá, mesmo em Tempos de Crise, andar com um Sorriso Aberto durante todo ano. Sejamos aquilo que sempre fomos, Invejados!
Enquanto umas Papoilas Saltitantes se consideram um Inferno para os Adversários, nós consideramo-nos uns Anfitriões Exemplares. Afinal de contas sempre os convidamos para as nossas Festas, fazendo que o Desporto seja mesmo a Alegria do Povo...
O ESFORÇO É O ANTECESSOR DA GLÓRIA E DO SUCESSO!
"Sabemos que temos de ganhar, mas isso está-nos no sangue"
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bLuE bOy
Categoria:
liga 2012-13,
prognósticos só no fim do jogo
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Vítor Pereira antecipou a decisiva deslocação a Paços de Ferreira mostrando convicção na qualidade da equipa que orienta e promete o FC Porto de sempre, a jogar para vencer, porque o "objectivo é conquistar o título".
Que antevisão faz deste jogo em Paços de Ferreira?
É unânime considerar que o Paços fez com mérito uma época brilhante, com belíssimos executantes do ponto de vista individual. Do ponto de vista colectivo, os seus treinadores fizeram um trabalho brilhante, conseguiram uma coisa nunca conseguida no clube. É fácil avaliar a qualidade do Paços de Ferreira. É fácil avaliar também que as condições daquele campo não são normais. Nós FC Porto, nós jogadores, nós administração, nós adeptos, pensamos que não teremos um jogo fácil. Prefiro ir com a necessidade de ganhar do que ir com a gestão de resultado. Sabemos que temos de ganhar, mas isso está-nos no sangue, jogamos sempre para ganhar e é com essa mentalidade que lá vamos, única e exclusivamente focados na vitória e é assim que abordaremos o jogo em Paços.
Coloca de parte a teoria que o facto do Paços já estar qualificado para a "Champions" o pode tornar um adversário mais relaxado e acessível?
Uma equipa que fez o trajecto que o Paços fez até aqui, com um treinador e jogadores a quererem provar a sua competência, entrarão em jogo com o objectivo de comprovarem a época que fizeram.
O que fez para travar a euforia dos jogadores a seguir à vitória sobre o Benfica e a ausência do Fernando muda muito a estratégia da equipa para o jogo de amanhã?
Euforia só aconteceu nos minutos posteriores à vitória, o que é natural porque conquistamos uma vitória importante e que pode ser determinante para a conquista do título. A partir daí e com a experiência destes jogadores, sabemos que nada está ganho, que é importante em Paços de Ferreira termos a nossa identidade e nem o próprio campo serve de justificação, porque o nosso trabalho de meses é em espaços reduzidos, isso é o que mais trabalhamos, é um trabalho para produzir qualidade no momento da perda de bola e o comportamento que queremos é agressivo. Essa é a nossa identidade, a maior parte das vezes instalados no meio-campo do adversário. Estamos mais do que preparados para defrontar o Paços. Relativamente ao Fernando, é um jogador muito importante para nós, tem sido ao longo destas épocas todas, mas temos outros jogadores, com outras características, mas com qualidade para nos garantir o tipo de jogo que queremos e estamos habituados a fazer.
O seu grande desafio e dos jogadores é partir da ideia de que não há campeões antecipados? Entra para a galeria dos treinadores históricos se for campeão sem derrotas, que só há dois, Villas-Boas e Jimmy Hagan...
Vinha a dizer há muito tempo que este campeonato seria disputado até à última jornada, que seria um campeonato a exigir a máxima concentração de todos nós e chegar depois de tanto trabalho ao último jogo dependendo de nós próprios, foi aquilo porque sempre lutamos e andamos estes meses todos de trabalho a lutar. Acredito na grande capacidade competitiva dos nossos jogadores, na nossa massa associativa e acredito que amanhã podemos dar mais uma alegria aos nossos adeptos e é isso que nos move.
Não sinto necessidade de falar de mim próprio, não estou aqui para falar de mim, estou aqui para falar dos meus jogadores, do que amanhã temos para conquistar.
Vai ser treinador do FC Porto na próxima temporada e quer ser treinador do FC Porto na próxima temporada?
Eu repito, não estou aqui para falar de mim, não sinto essa necessidade, estou aqui para falar de um jogo fundamental para nós, para a conquista do principal objectivo da época, que é a revalidação do título.
Foi preciso controlar os níveis de euforia depois do último jogo?
Foi uma semana de trabalho normal, uma semana de trabalho focada, igual às outras sabendo que depois de meses de trabalho que um jogo decide o campeonato, mas este é um plantel que tem uma mistura de jogadores experientes com jogadores jovens e isto para nós não é nada de especial, porque este clube está habituado a ganhar títulos, não só no futebol - e queria aproveitar para felicitar mais um título no andebol de forma espectacular, da forma que eu vi ontem -, é um clube habituado a ganhar títulos e a possibilidade de ganhar mais um amanhã não nos traz ansiedade. Nós gostamos de viver na pressão e com a pressão positiva de uma vitória amanhã garantir mais um título. Não é um de meia dúzia de anos em meia dúzia de anos, é mais um.
Acredita que há incentivos monetários para vencer, que isso está a acontecer e que importância lhe atribui?
Aquilo que passa por mim é motivar a equipa é fazer perceber e tomar consciência que não precisamos de nada de especial, precisamos é de estar ao nosso nível, de fazer o nosso jogo, precisamos de garantir a nossa identidade durante os 90 minutos, o jogo não se jogará em dez ou 15 minutos, jogar-se-á em 90 minutos mais os descontos. A nossa identidade é clara para toda a gente, uma identidade de posse, da qual eu me orgulho. Eu orgulho-me que a minha equipa jogue sempre da mesma forma, porque tanto faz jogar aqui com o Benfica, como jogar na Luz, ou ir jogar com o Paris SG ou a qualquer outra parte do mundo, porque isso é claramente um sinal de qualidade e é isso que eu quero amanhã. Todos os assuntos que andem à volta passam-me ao lado e nem sequer vou comentá-los.
Se vencer em Paços de Ferreira passa a ser o segundo melhor treinador da era Pinto da Costa...
Quero acabar a época sem falar de mim próprio, não sinto essa necessidade.
Os árbitros deixam-no tranquilo e se a diferença pontual ainda dita, em teoria, uma vitória do FC Porto?
Relativamente à arbitragem, falei e falarei sempre que me sentir prejudicado, sempre que sentir que houve um jogo em que os erros foram acumulados. Acredito na arbitragem portuguesa, acredito nos árbitros portugueses, acredito na seriedade das pessoas e acredito na competência dos árbitros para estes jogos. Nunca procurei condicionar a arbitragem de qualquer jogo, se entenderam em algum momento como uma tentativa de condicionamento de alguma arbitragem estão completamente enganados, porque não faz parte da minha essência como ser humano ter esse tipo de estratégia.
A qualidade tem de se provar todos os dias, as estatísticas dizem-me muito pouco, temos é de provar amanhã, em jogo, que somos dignos vencedores deste campeonato.
Acha que acabou por levar a melhor nos "mind games" com Jorge Jesus?
Reconheço sem qualquer hipocrisia que o Jorge Jesus é um grande treinador, não tenho dúvidas absolutamente nenhumas, e esta competição salutar também faz de mim melhor treinador, porque quanto maior for a competitividade ajuda a nos tornarmos melhores. Isto não se trata da discussão de um título entre o Vítor Pereira e o Jorge Jesus, isto trata-se da discussão de um título entre dois clubes que fizeram deste campeonato, ao contrário do que vi muito gente dizer, um campeonato muito difícil. Quem me disser que este campeonato não foi competitivo, de qualidade, está completamente enganado. Tivemos um Paços de Ferreira, um Estoril, um Rio Ave, equipas que apareceram com um grande nível, foi diferente dos outros porque em Portugal damos as coisas por adquiridas. Este para mim foi o campeonato mais espectacular dos últimos anos, porque continua em aberto na última jornada o título, as competições europeias, as equipas para a manutenção, um campeonato que temos de valorizar, em vez de irmos sempre na triste ladaínha que tudo é mau no campeonato e não se atribui mérito a quem ganha.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Otamendi, Mangala, Abdoulaye e Alex Sandro.
Médios: Izmailov, João Moutinho, Lucho, Defour e Castro.
Avançados: James, Jackson, Varela, Kelvin, Liedson e Sebá.
Que antevisão faz deste jogo em Paços de Ferreira?
É unânime considerar que o Paços fez com mérito uma época brilhante, com belíssimos executantes do ponto de vista individual. Do ponto de vista colectivo, os seus treinadores fizeram um trabalho brilhante, conseguiram uma coisa nunca conseguida no clube. É fácil avaliar a qualidade do Paços de Ferreira. É fácil avaliar também que as condições daquele campo não são normais. Nós FC Porto, nós jogadores, nós administração, nós adeptos, pensamos que não teremos um jogo fácil. Prefiro ir com a necessidade de ganhar do que ir com a gestão de resultado. Sabemos que temos de ganhar, mas isso está-nos no sangue, jogamos sempre para ganhar e é com essa mentalidade que lá vamos, única e exclusivamente focados na vitória e é assim que abordaremos o jogo em Paços.
Coloca de parte a teoria que o facto do Paços já estar qualificado para a "Champions" o pode tornar um adversário mais relaxado e acessível?
Uma equipa que fez o trajecto que o Paços fez até aqui, com um treinador e jogadores a quererem provar a sua competência, entrarão em jogo com o objectivo de comprovarem a época que fizeram.
O que fez para travar a euforia dos jogadores a seguir à vitória sobre o Benfica e a ausência do Fernando muda muito a estratégia da equipa para o jogo de amanhã?
Euforia só aconteceu nos minutos posteriores à vitória, o que é natural porque conquistamos uma vitória importante e que pode ser determinante para a conquista do título. A partir daí e com a experiência destes jogadores, sabemos que nada está ganho, que é importante em Paços de Ferreira termos a nossa identidade e nem o próprio campo serve de justificação, porque o nosso trabalho de meses é em espaços reduzidos, isso é o que mais trabalhamos, é um trabalho para produzir qualidade no momento da perda de bola e o comportamento que queremos é agressivo. Essa é a nossa identidade, a maior parte das vezes instalados no meio-campo do adversário. Estamos mais do que preparados para defrontar o Paços. Relativamente ao Fernando, é um jogador muito importante para nós, tem sido ao longo destas épocas todas, mas temos outros jogadores, com outras características, mas com qualidade para nos garantir o tipo de jogo que queremos e estamos habituados a fazer.
O seu grande desafio e dos jogadores é partir da ideia de que não há campeões antecipados? Entra para a galeria dos treinadores históricos se for campeão sem derrotas, que só há dois, Villas-Boas e Jimmy Hagan...
Vinha a dizer há muito tempo que este campeonato seria disputado até à última jornada, que seria um campeonato a exigir a máxima concentração de todos nós e chegar depois de tanto trabalho ao último jogo dependendo de nós próprios, foi aquilo porque sempre lutamos e andamos estes meses todos de trabalho a lutar. Acredito na grande capacidade competitiva dos nossos jogadores, na nossa massa associativa e acredito que amanhã podemos dar mais uma alegria aos nossos adeptos e é isso que nos move.
Não sinto necessidade de falar de mim próprio, não estou aqui para falar de mim, estou aqui para falar dos meus jogadores, do que amanhã temos para conquistar.
Vai ser treinador do FC Porto na próxima temporada e quer ser treinador do FC Porto na próxima temporada?
Eu repito, não estou aqui para falar de mim, não sinto essa necessidade, estou aqui para falar de um jogo fundamental para nós, para a conquista do principal objectivo da época, que é a revalidação do título.
Foi preciso controlar os níveis de euforia depois do último jogo?
Foi uma semana de trabalho normal, uma semana de trabalho focada, igual às outras sabendo que depois de meses de trabalho que um jogo decide o campeonato, mas este é um plantel que tem uma mistura de jogadores experientes com jogadores jovens e isto para nós não é nada de especial, porque este clube está habituado a ganhar títulos, não só no futebol - e queria aproveitar para felicitar mais um título no andebol de forma espectacular, da forma que eu vi ontem -, é um clube habituado a ganhar títulos e a possibilidade de ganhar mais um amanhã não nos traz ansiedade. Nós gostamos de viver na pressão e com a pressão positiva de uma vitória amanhã garantir mais um título. Não é um de meia dúzia de anos em meia dúzia de anos, é mais um.
Acredita que há incentivos monetários para vencer, que isso está a acontecer e que importância lhe atribui?
Aquilo que passa por mim é motivar a equipa é fazer perceber e tomar consciência que não precisamos de nada de especial, precisamos é de estar ao nosso nível, de fazer o nosso jogo, precisamos de garantir a nossa identidade durante os 90 minutos, o jogo não se jogará em dez ou 15 minutos, jogar-se-á em 90 minutos mais os descontos. A nossa identidade é clara para toda a gente, uma identidade de posse, da qual eu me orgulho. Eu orgulho-me que a minha equipa jogue sempre da mesma forma, porque tanto faz jogar aqui com o Benfica, como jogar na Luz, ou ir jogar com o Paris SG ou a qualquer outra parte do mundo, porque isso é claramente um sinal de qualidade e é isso que eu quero amanhã. Todos os assuntos que andem à volta passam-me ao lado e nem sequer vou comentá-los.
Se vencer em Paços de Ferreira passa a ser o segundo melhor treinador da era Pinto da Costa...
Quero acabar a época sem falar de mim próprio, não sinto essa necessidade.
Os árbitros deixam-no tranquilo e se a diferença pontual ainda dita, em teoria, uma vitória do FC Porto?
Relativamente à arbitragem, falei e falarei sempre que me sentir prejudicado, sempre que sentir que houve um jogo em que os erros foram acumulados. Acredito na arbitragem portuguesa, acredito nos árbitros portugueses, acredito na seriedade das pessoas e acredito na competência dos árbitros para estes jogos. Nunca procurei condicionar a arbitragem de qualquer jogo, se entenderam em algum momento como uma tentativa de condicionamento de alguma arbitragem estão completamente enganados, porque não faz parte da minha essência como ser humano ter esse tipo de estratégia.
A qualidade tem de se provar todos os dias, as estatísticas dizem-me muito pouco, temos é de provar amanhã, em jogo, que somos dignos vencedores deste campeonato.
Acha que acabou por levar a melhor nos "mind games" com Jorge Jesus?
Reconheço sem qualquer hipocrisia que o Jorge Jesus é um grande treinador, não tenho dúvidas absolutamente nenhumas, e esta competição salutar também faz de mim melhor treinador, porque quanto maior for a competitividade ajuda a nos tornarmos melhores. Isto não se trata da discussão de um título entre o Vítor Pereira e o Jorge Jesus, isto trata-se da discussão de um título entre dois clubes que fizeram deste campeonato, ao contrário do que vi muito gente dizer, um campeonato muito difícil. Quem me disser que este campeonato não foi competitivo, de qualidade, está completamente enganado. Tivemos um Paços de Ferreira, um Estoril, um Rio Ave, equipas que apareceram com um grande nível, foi diferente dos outros porque em Portugal damos as coisas por adquiridas. Este para mim foi o campeonato mais espectacular dos últimos anos, porque continua em aberto na última jornada o título, as competições europeias, as equipas para a manutenção, um campeonato que temos de valorizar, em vez de irmos sempre na triste ladaínha que tudo é mau no campeonato e não se atribui mérito a quem ganha.
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Fabiano.
Defesas: Danilo, Otamendi, Mangala, Abdoulaye e Alex Sandro.
Médios: Izmailov, João Moutinho, Lucho, Defour e Castro.
Avançados: James, Jackson, Varela, Kelvin, Liedson e Sebá.
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

FC Porto Império Bonança 7-3 benfica
Campeonato nacional, 28.º jornada
18 de Maio de 2013
Dragão Caixa, no Porto
Árbitros: Joaquim Pinto (Porto), Luís Peixoto (Lisboa) e Ricardo Leão (Lisboa).
FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Ricardo Barreiros, Reinaldo Ventura (cap.) e Jorge Silva.
Jogaram ainda: Caio, Hélder Nunes, Vítor Hugo, Tiago Losna e Nelson Filipe (g.r.).
Treinador: Tó Neves.
BENFICA: Ricardo Silva (g.r.), Valter Neves (cap.), Esteban Ábalos, Carlos López e Cacau.
Jogaram ainda: Diogo Rafael, João Rodrigues, Luís Viana, Pedro Henriques (g.r.) e Marc Coy.
Treinador: Luís Sénica.
Ao intervalo: 5-1.
Marcadores: Reinaldo Ventura (12m e 13m), Caio (13m e 14), Esteban Ábalos (23m), Hélder Nunes (24m), Jorge Silva (26m), Ricardo Barreiros (31m), Valter Neves (40m) e Luís Viana (47).
Disciplina: cartão azul para Jorge Silva, Valter Neves e Luís Viana.
O FC Porto é o novo campeão nacional de hóquei em patins, a duas jornadas do fim, após bater o Benfica por 7-3, no Dragão Caixa. Os portistas somam o seu 21.º título de campeão nacional e o 11.º em 12 épocas consecutivas, num encontro em que os lisboetas se tornaram meros figurantes da festa do título, chegando aos 15 minutos a perder por 4-0.
O capitão Reinaldo Ventura e Caio "bisaram", sendo os restantes golos da autoria de Hélder Nunes, Jorge Silva e Ricardo Barreiros, mas há ainda que destacar o papel do guarda-redes Edo Bosch nesta vitória. O espanhol esteve verdadeiramente intransponível.
O FC Porto entrou em campo com uma clara preocupação em não se desequilibrar defensivamente, jogando pelo seguro e tentando aproveitar o contra-ataque. Foi uma estratégia que se revelou mais do que adequada, até porque cabia ao visitante – três pontos atrás dos Dragões na classificação – ir atrás do prejuízo. Os lances de perigo repartiram-se nos primeiros 10 minutos, com o Benfica a atirar ainda uma bola ao poste, na melhor oportunidade até então.
O que se seguiu foi um vendaval ofensivo que durou cinco minutos e que deixou o adversário completamente desorientado. Reinaldo, aos 12 minutos, numa jogada individual finalizada com um remate cruzado, abriu o marcador. No minuto seguinte, o capitão converteu uma grande penalidade a castigar falta de Valter Neves sobre Caio. Em pouco mais de um minuto, Caio “bisou”, primeiro num contra-ataque em que foi assistido por Ricardo Barreiros e depois numa jogada individual pela esquerda. No marcador lia-se 4-0 que a reconquista do título estava perto.
O ataque portista era autêntica faca quente em manteiga e, do outro lado, Edo Bosch até defendeu um penálti e a respectiva recarga. Esteban Ábalos reduziu, num remate de meia distancia, aos 23 minutos, mas, logo depois, Hélder Nunes, num lance cheio de classe, recolocou a vantagem portista em quatro golos.
O campeão estava encontrado, mas a festa continuou logo no primeiro minuto da segunda parte, graças a um tento de Jorge Silva. O número de golos portista chegou ao mítico sete aos 31 minutos, por intermédio de Ricardo Barreiros. Com naturalidade, os Dragões foram optando por ataques mais longos e por conservar a posse de bola. Ainda assim, só o habitual guarda-redes suplente, Pedro Henriques, evitou uma goleada ainda mais histórica.

DECLARAÇÕES
Após a vitória sobre o Benfica, que garantiu a conquista do 21.º título nacional de hóquei em patins, Tó Neves surgiu na sala de imprensa visivelmente emocionado. Foi o primeiro campeonato do treinador, que elogiou o pragmatismo e a concentração dos jogadores azuis e brancos no encontro decisivo.
“É o primeiro título como treinador e isso marca sempre. Não me esqueço do primeiro como jogador e com certeza não me vou esquecer deste como treinador. As primeiras conquistas marcam mais”, admitiu o técnico, que descreveu depois a exibição da equipa. “Não sentimos que estava ganho aos 15 minutos. O jogo tem 50 minutos, o que sei é que os jogadores do FC Porto entraram mais determinados do que os do Benfica e dominámos até ao 7-1. Fomos rigorosos, pragmáticos e prolongámos muito os nossos níveis concentração. A partir do 7-1 sentimos que o título dificilmente nos fugia e apenas jogámos com o cronómetro e deixámos que o jogo chegasse ao fim”, afirmou.
Tó Neves sublinhou que as dificuldades foram praticamente “as mesmas” face à época passada – “se quisermos houve uma diferença, que foi este jogo ter 50 minutos e da época passada, na Luz, não teve” – e recusou falar num “novo ciclo”. “O que há é novas épocas e novos objectivos, quem está no FC Porto luta sempre pela vitória. Este era o principal objectivo estabelecido no início da temporada. Neste momento temos outro objectivo, que é estar na final da Liga Europeia. O jogo em Oliveira de Azeméis deixou de ter prioridade e vamos começar a pensar no Valdagno, a quem ainda não ganhámos no Dragão, a partir de segunda-feira”, declarou.
Para o capitão Reinaldo Ventura, este título foi “uma alegria” com a mesma proporção das conquistas anteriores: “É o culminar de um ano de trabalho. Foi um campeonato difícil, em que tivemos de lutar contra muitas coisas. Foi duro, mas foi justo. Amanhã há que pensar que há mais campeonatos para vencer e uma Liga Europeia que queremos tentar ganhar. Vamos pensar para a frente e tentar ganhar tudo”.
Caio, que “bisou” na partida, esteve também na sala de imprensa: “Qualquer título tem um sabor especial. Este não tanto por ser em casa, mas por ser a reconquista do campeonato, que era o nosso principal objectivo. O facto de ter sido obtido contra o Benfica e em casa foi um ingrediente adicional e trouxe mais motivação para nós e para os sócios, que gostam é destes jogos. Para nós importava chegar aos três pontos e ao campeonato e penso que não houve dúvida nenhuma na entrega do título”.
RESUMO DO JOGO
Campeonato nacional, 28.º jornada
18 de Maio de 2013
Dragão Caixa, no Porto
Árbitros: Joaquim Pinto (Porto), Luís Peixoto (Lisboa) e Ricardo Leão (Lisboa).
FC PORTO: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira, Ricardo Barreiros, Reinaldo Ventura (cap.) e Jorge Silva.
Jogaram ainda: Caio, Hélder Nunes, Vítor Hugo, Tiago Losna e Nelson Filipe (g.r.).
Treinador: Tó Neves.
BENFICA: Ricardo Silva (g.r.), Valter Neves (cap.), Esteban Ábalos, Carlos López e Cacau.
Jogaram ainda: Diogo Rafael, João Rodrigues, Luís Viana, Pedro Henriques (g.r.) e Marc Coy.
Treinador: Luís Sénica.
Ao intervalo: 5-1.
Marcadores: Reinaldo Ventura (12m e 13m), Caio (13m e 14), Esteban Ábalos (23m), Hélder Nunes (24m), Jorge Silva (26m), Ricardo Barreiros (31m), Valter Neves (40m) e Luís Viana (47).
Disciplina: cartão azul para Jorge Silva, Valter Neves e Luís Viana.
O FC Porto é o novo campeão nacional de hóquei em patins, a duas jornadas do fim, após bater o Benfica por 7-3, no Dragão Caixa. Os portistas somam o seu 21.º título de campeão nacional e o 11.º em 12 épocas consecutivas, num encontro em que os lisboetas se tornaram meros figurantes da festa do título, chegando aos 15 minutos a perder por 4-0.O capitão Reinaldo Ventura e Caio "bisaram", sendo os restantes golos da autoria de Hélder Nunes, Jorge Silva e Ricardo Barreiros, mas há ainda que destacar o papel do guarda-redes Edo Bosch nesta vitória. O espanhol esteve verdadeiramente intransponível.
O FC Porto entrou em campo com uma clara preocupação em não se desequilibrar defensivamente, jogando pelo seguro e tentando aproveitar o contra-ataque. Foi uma estratégia que se revelou mais do que adequada, até porque cabia ao visitante – três pontos atrás dos Dragões na classificação – ir atrás do prejuízo. Os lances de perigo repartiram-se nos primeiros 10 minutos, com o Benfica a atirar ainda uma bola ao poste, na melhor oportunidade até então.
O que se seguiu foi um vendaval ofensivo que durou cinco minutos e que deixou o adversário completamente desorientado. Reinaldo, aos 12 minutos, numa jogada individual finalizada com um remate cruzado, abriu o marcador. No minuto seguinte, o capitão converteu uma grande penalidade a castigar falta de Valter Neves sobre Caio. Em pouco mais de um minuto, Caio “bisou”, primeiro num contra-ataque em que foi assistido por Ricardo Barreiros e depois numa jogada individual pela esquerda. No marcador lia-se 4-0 que a reconquista do título estava perto.
O ataque portista era autêntica faca quente em manteiga e, do outro lado, Edo Bosch até defendeu um penálti e a respectiva recarga. Esteban Ábalos reduziu, num remate de meia distancia, aos 23 minutos, mas, logo depois, Hélder Nunes, num lance cheio de classe, recolocou a vantagem portista em quatro golos.
O campeão estava encontrado, mas a festa continuou logo no primeiro minuto da segunda parte, graças a um tento de Jorge Silva. O número de golos portista chegou ao mítico sete aos 31 minutos, por intermédio de Ricardo Barreiros. Com naturalidade, os Dragões foram optando por ataques mais longos e por conservar a posse de bola. Ainda assim, só o habitual guarda-redes suplente, Pedro Henriques, evitou uma goleada ainda mais histórica.

DECLARAÇÕES
Após a vitória sobre o Benfica, que garantiu a conquista do 21.º título nacional de hóquei em patins, Tó Neves surgiu na sala de imprensa visivelmente emocionado. Foi o primeiro campeonato do treinador, que elogiou o pragmatismo e a concentração dos jogadores azuis e brancos no encontro decisivo.
“É o primeiro título como treinador e isso marca sempre. Não me esqueço do primeiro como jogador e com certeza não me vou esquecer deste como treinador. As primeiras conquistas marcam mais”, admitiu o técnico, que descreveu depois a exibição da equipa. “Não sentimos que estava ganho aos 15 minutos. O jogo tem 50 minutos, o que sei é que os jogadores do FC Porto entraram mais determinados do que os do Benfica e dominámos até ao 7-1. Fomos rigorosos, pragmáticos e prolongámos muito os nossos níveis concentração. A partir do 7-1 sentimos que o título dificilmente nos fugia e apenas jogámos com o cronómetro e deixámos que o jogo chegasse ao fim”, afirmou.
Tó Neves sublinhou que as dificuldades foram praticamente “as mesmas” face à época passada – “se quisermos houve uma diferença, que foi este jogo ter 50 minutos e da época passada, na Luz, não teve” – e recusou falar num “novo ciclo”. “O que há é novas épocas e novos objectivos, quem está no FC Porto luta sempre pela vitória. Este era o principal objectivo estabelecido no início da temporada. Neste momento temos outro objectivo, que é estar na final da Liga Europeia. O jogo em Oliveira de Azeméis deixou de ter prioridade e vamos começar a pensar no Valdagno, a quem ainda não ganhámos no Dragão, a partir de segunda-feira”, declarou.
Para o capitão Reinaldo Ventura, este título foi “uma alegria” com a mesma proporção das conquistas anteriores: “É o culminar de um ano de trabalho. Foi um campeonato difícil, em que tivemos de lutar contra muitas coisas. Foi duro, mas foi justo. Amanhã há que pensar que há mais campeonatos para vencer e uma Liga Europeia que queremos tentar ganhar. Vamos pensar para a frente e tentar ganhar tudo”.
Caio, que “bisou” na partida, esteve também na sala de imprensa: “Qualquer título tem um sabor especial. Este não tanto por ser em casa, mas por ser a reconquista do campeonato, que era o nosso principal objectivo. O facto de ter sido obtido contra o Benfica e em casa foi um ingrediente adicional e trouxe mais motivação para nós e para os sócios, que gostam é destes jogos. Para nós importava chegar aos três pontos e ao campeonato e penso que não houve dúvida nenhuma na entrega do título”.
RESUMO DO JOGO
http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

Naval 0-0 FC Porto B
II Liga 2012/13, 42.ª jornada
18 de Maio de 2013
Estádio Magalhães Pessoa, na Figueira da Foz
Assistência: cerca de 100 espectadores.
Árbitro: Luís Ferreira (Braga).
NAVAL: Taborda, Carlitos, Robson Terra, Tikito, Eusébio, Djibril, André Fontes, Regula (Pedro Moreira 89m), Tinoco, André Carvalhas (Marcelo Santiago 89m) e Télinho (Vítor Alves 73m).
Não utilizados: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Raul e Diogo Silva.
Treinador: Álvaro Magalhães.
FC PORTO B: Stefanovic, Diogo Maciel, José António, Tiago Ferreira, M'Bola, Michel Seri, Mikel, Edu, Tozé (David Bruno 89m), Caballero (Dellatorre 77m) e Vion (Fábio Martins 73m).
Não utilizados: Elói, Pedro Moreira, Sérgio Oliveira e Frederic.
Treinador: Rui Gomes.
Cartões amarelos: Mikel (69m e 82m) e Edu (86m).
Cartão vermelho: Mikel (82m).
O FC Porto B empatou a zero no terreno da Naval 1.º Maio, em jogo da 42.ª e última jornada da Segunda Liga de futebol, terminando a prova em 14º lugar, com 54 pontos.
Num jogo que ficou assinalado pelo protesto dos jogadores da Naval, que pararam durante o primero minuto da partida, reclamando por causa dos cinco meses de salário em atraso, tendo contado com a solidariedade do FC Porto B, que durante esse período se limitou a trocar a bla no seu meio-campo, as defesas foram sempre superiores aos ataques e a divisão de pontos aceita-se.
Em final de temporada e sem objectivos em causa, a qualidade de jogo não foi elevada, com a bola muito longe das duas balizas. Ainda assim, foi a Naval que dispôs da melhor oportunidade para marcar, quando já na recta final e com o FC Porto B reduzido a dez unidades por expulsão de Mikel, Pedro Moreira rematou ao travessão da baliza de Stefanovic.
fonte: fcporto.pt
CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Belenenses 42j, 29v, 7e, 6d, 94pts
14º - FC Porto B, 42j, 13v, 15e, 14d, 54pts
RESUMO DO JOGO
II Liga 2012/13, 42.ª jornada
18 de Maio de 2013
Estádio Magalhães Pessoa, na Figueira da Foz
Assistência: cerca de 100 espectadores.
Árbitro: Luís Ferreira (Braga).
NAVAL: Taborda, Carlitos, Robson Terra, Tikito, Eusébio, Djibril, André Fontes, Regula (Pedro Moreira 89m), Tinoco, André Carvalhas (Marcelo Santiago 89m) e Télinho (Vítor Alves 73m).
Não utilizados: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Raul e Diogo Silva.
Treinador: Álvaro Magalhães.
FC PORTO B: Stefanovic, Diogo Maciel, José António, Tiago Ferreira, M'Bola, Michel Seri, Mikel, Edu, Tozé (David Bruno 89m), Caballero (Dellatorre 77m) e Vion (Fábio Martins 73m).
Não utilizados: Elói, Pedro Moreira, Sérgio Oliveira e Frederic.
Treinador: Rui Gomes.
Cartões amarelos: Mikel (69m e 82m) e Edu (86m).
Cartão vermelho: Mikel (82m).
O FC Porto B empatou a zero no terreno da Naval 1.º Maio, em jogo da 42.ª e última jornada da Segunda Liga de futebol, terminando a prova em 14º lugar, com 54 pontos.
Num jogo que ficou assinalado pelo protesto dos jogadores da Naval, que pararam durante o primero minuto da partida, reclamando por causa dos cinco meses de salário em atraso, tendo contado com a solidariedade do FC Porto B, que durante esse período se limitou a trocar a bla no seu meio-campo, as defesas foram sempre superiores aos ataques e a divisão de pontos aceita-se.
Em final de temporada e sem objectivos em causa, a qualidade de jogo não foi elevada, com a bola muito longe das duas balizas. Ainda assim, foi a Naval que dispôs da melhor oportunidade para marcar, quando já na recta final e com o FC Porto B reduzido a dez unidades por expulsão de Mikel, Pedro Moreira rematou ao travessão da baliza de Stefanovic.
fonte: fcporto.pt
CLASSIFICAÇÃO II LIGA
1º - Belenenses 42j, 29v, 7e, 6d, 94pts
14º - FC Porto B, 42j, 13v, 15e, 14d, 54pts
RESUMO DO JOGO
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http://bibo-porto-carago.blogspot.pt/

FC Porto Vitalis 26-23 Benfica
Andebol 1, fase final, grupo A, nona jornada
17 de Maio de 2013
Dragão Caixa, no Porto
Árbitros: Eurico Nicolau e Ivan Caçador.
FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (3), Tiago Rocha (1), Ricardo Moreira (cap., 10), Elias Nogueira (1), Daymaro Salina, Wilson Davyes (7),Pedro Spínola (2), Filipe Mota, João Ferraz (2) e Hugo Rosário.
Treinador: Ljubomir Obradovic.
BENFICA: Vicente Álamo e Ricardo Candeias (g.r.); David Tavares (6), Carlos Carneiro (4), Dario Andrade (3), Davor Cutura (6), José Costa (3), Inácio Carmo (1), Álvaro Rodrigues, Cláudio Pedroso, Tiago Pereira, João Pais e João Lopes.
Treinador: Jorge Rito.
Ao intervalo: 12-13.
O FC Porto Vitalis sagrou-se esta sexta-feira pentacampeão, a uma jornada do fim do Andebol 1, após bater o Benfica por 26-23. Este é apenas o segundo pentacampeonato da história da modalidade em Portugal, após os cinco campeonatos consecutivos conquistados pelo Sporting nos anos 1960 e 70. Com 18 títulos, os Dragões são agora a equipa com mais títulos nacionais.
Esta decisiva vitória – a margem de três golos era necessária para confirmar desde já o título – foi obtida graças a um ambiente fantástico, num pavilhão repleto, e a uma segunda parte fortíssima, já que ao intervalo o Benfica vencia por um tento. Destaquem-se as prestações ofensivas do capitão Ricardo Moreira (10 golos em 13 remates) e de Wilson Davyes (sete golos).
A primeira parte decorreu sob o signo (esperado) do equilíbrio, com a única vantagem de dois golos (2-4) a ser obtida no raiar da partida, pelos forasteiros. De resto, também o FC Porto esteve na frente e registaram-se ainda nove empates. Hugo Laurentino efectuou algumas defesas de grande nível, mas, do outro lado, os guarda-redes do Benfica efectuaram detiveram ainda mais remates (oito contra seis).
Ao intervalo, a vantagem tangencial dos lisboetas explicava-se não tanto pela falha de Tiago Rocha num livre de sete metros (à entrada do minuto 20), mas sobretudo pela menor eficácia portista na primeira linha (42 por cento contra 62 do adversário).
No segundo tempo, os Dragões entraram em campo com Quintana na baliza e menos um jogador, por exclusão. Porém, Ricardo Moreira fez o 13-13 e, pouco depois, colocou o FC Porto na frente, num contra-ataque, após grande defesa do guarda-redes cubano. Com uma defesa mais agressiva e João Ferraz a revelar-se como atirador certeiro, os portistas construíram uma liderança de dois golos (18-16, 19-17 e 20-18), anulada aos 20-20, mas retomada com duas “bombas” de Wilson Davyes (22-20), aos 49 minutos.
A superioridade parecia definitivamente azul e branca e os Dragões aproveitaram duas exclusões adversárias para cimentar e deixar aproximar o fim da partida. A eficácia benfiquista desceu a pique e quando Elias Nogueira marcou o 26-22, a dois minutos e meio do fim, percebeu-se que o “penta” era uma certeza.
Já lá vão 78 jogos sem perder em casa e relembre-se ainda que o Benfica não vence na casa do Dragão desde 1990. É tempo de celebrar uma das gerações mais vitoriosas de sempre do andebol português.

DECLARAÇÕES
Na conferência de imprensa após a vitória sobre o Benfica, que permitiu ao FC Porto celebrar o pentacampeonato, o treinador Ljubomir Obradovic repartiu os méritos pelo grupo de trabalho, sublinhando a sua união. "O FC Porto ganha porque tem um grupo e não 14 jogadores. Os que não jogam ajudam os que jogam, os que jogam mal apoiam os que jogam bem e vice-versa", afirmou.
"O FC Porto ganhou porque quis ganhar, quis entrar na história e teve um grande apoio dos adeptos. O FC Porto ganhou justamente. Na segunda parte melhorámos na defesa, fizemos mais remates e com este apoio foi normal. Difícil era perder…”, justificou o treinador portista, que descreveu depois a preparação da partida frente aos lisboetas. “Estivemos a prepará-lo nas últimas três semanas. Com o Sporting, na última jornada, o primeiro objectivo era não ver cartões vermelhos e não ter lesões, porque sabíamos que tínhamos de trabalhar tacticamente este jogo", sublinhou.
O técnico descreveu ainda o FC Porto como "um clube de família": "Desde os dirigentes, aos jogadores e adeptos, é fantástico para um treinador estrangeiro ter todo este apoio".
O capitão Ricardo Moreira, que apontou 10 golos na partida, mesmo regressado de uma lesão, atribuiu a sua exibição ao "apoio" dos colegas, treinador, dirigentes e equipa médica. "Obradovic sabe como ninguém pôr o grupo em forma para o jogo correcto. Falámos e chegámos à conclusão de que não ia jogar algumas partidas para estar em forma frente ao Benfica", admitiu.
"Estas vitórias devem-se à liderança do presidente, porque as finais não de desperdiçam, são para ganhar. Ele veio ter connosco esta semana e estava tranquilo, porque sabia que íamos ganhar e nós também o sabíamos. Este foi o campeonato mais difícil destes cinco, porque o Benfica é uma equipa forte, que se reforçou muito bem e nos dificultou ao máximo a tarefa", declarou o ponta-direita.
RESUMO DO JOGO
Andebol 1, fase final, grupo A, nona jornada
17 de Maio de 2013
Dragão Caixa, no Porto
Árbitros: Eurico Nicolau e Ivan Caçador.
FC PORTO VITALIS: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (3), Tiago Rocha (1), Ricardo Moreira (cap., 10), Elias Nogueira (1), Daymaro Salina, Wilson Davyes (7),Pedro Spínola (2), Filipe Mota, João Ferraz (2) e Hugo Rosário.
Treinador: Ljubomir Obradovic.
BENFICA: Vicente Álamo e Ricardo Candeias (g.r.); David Tavares (6), Carlos Carneiro (4), Dario Andrade (3), Davor Cutura (6), José Costa (3), Inácio Carmo (1), Álvaro Rodrigues, Cláudio Pedroso, Tiago Pereira, João Pais e João Lopes.
Treinador: Jorge Rito.
Ao intervalo: 12-13.
O FC Porto Vitalis sagrou-se esta sexta-feira pentacampeão, a uma jornada do fim do Andebol 1, após bater o Benfica por 26-23. Este é apenas o segundo pentacampeonato da história da modalidade em Portugal, após os cinco campeonatos consecutivos conquistados pelo Sporting nos anos 1960 e 70. Com 18 títulos, os Dragões são agora a equipa com mais títulos nacionais.Esta decisiva vitória – a margem de três golos era necessária para confirmar desde já o título – foi obtida graças a um ambiente fantástico, num pavilhão repleto, e a uma segunda parte fortíssima, já que ao intervalo o Benfica vencia por um tento. Destaquem-se as prestações ofensivas do capitão Ricardo Moreira (10 golos em 13 remates) e de Wilson Davyes (sete golos).
A primeira parte decorreu sob o signo (esperado) do equilíbrio, com a única vantagem de dois golos (2-4) a ser obtida no raiar da partida, pelos forasteiros. De resto, também o FC Porto esteve na frente e registaram-se ainda nove empates. Hugo Laurentino efectuou algumas defesas de grande nível, mas, do outro lado, os guarda-redes do Benfica efectuaram detiveram ainda mais remates (oito contra seis).
Ao intervalo, a vantagem tangencial dos lisboetas explicava-se não tanto pela falha de Tiago Rocha num livre de sete metros (à entrada do minuto 20), mas sobretudo pela menor eficácia portista na primeira linha (42 por cento contra 62 do adversário).
No segundo tempo, os Dragões entraram em campo com Quintana na baliza e menos um jogador, por exclusão. Porém, Ricardo Moreira fez o 13-13 e, pouco depois, colocou o FC Porto na frente, num contra-ataque, após grande defesa do guarda-redes cubano. Com uma defesa mais agressiva e João Ferraz a revelar-se como atirador certeiro, os portistas construíram uma liderança de dois golos (18-16, 19-17 e 20-18), anulada aos 20-20, mas retomada com duas “bombas” de Wilson Davyes (22-20), aos 49 minutos.
A superioridade parecia definitivamente azul e branca e os Dragões aproveitaram duas exclusões adversárias para cimentar e deixar aproximar o fim da partida. A eficácia benfiquista desceu a pique e quando Elias Nogueira marcou o 26-22, a dois minutos e meio do fim, percebeu-se que o “penta” era uma certeza.
Já lá vão 78 jogos sem perder em casa e relembre-se ainda que o Benfica não vence na casa do Dragão desde 1990. É tempo de celebrar uma das gerações mais vitoriosas de sempre do andebol português.

DECLARAÇÕES
Na conferência de imprensa após a vitória sobre o Benfica, que permitiu ao FC Porto celebrar o pentacampeonato, o treinador Ljubomir Obradovic repartiu os méritos pelo grupo de trabalho, sublinhando a sua união. "O FC Porto ganha porque tem um grupo e não 14 jogadores. Os que não jogam ajudam os que jogam, os que jogam mal apoiam os que jogam bem e vice-versa", afirmou.
"O FC Porto ganhou porque quis ganhar, quis entrar na história e teve um grande apoio dos adeptos. O FC Porto ganhou justamente. Na segunda parte melhorámos na defesa, fizemos mais remates e com este apoio foi normal. Difícil era perder…”, justificou o treinador portista, que descreveu depois a preparação da partida frente aos lisboetas. “Estivemos a prepará-lo nas últimas três semanas. Com o Sporting, na última jornada, o primeiro objectivo era não ver cartões vermelhos e não ter lesões, porque sabíamos que tínhamos de trabalhar tacticamente este jogo", sublinhou.
O técnico descreveu ainda o FC Porto como "um clube de família": "Desde os dirigentes, aos jogadores e adeptos, é fantástico para um treinador estrangeiro ter todo este apoio".
O capitão Ricardo Moreira, que apontou 10 golos na partida, mesmo regressado de uma lesão, atribuiu a sua exibição ao "apoio" dos colegas, treinador, dirigentes e equipa médica. "Obradovic sabe como ninguém pôr o grupo em forma para o jogo correcto. Falámos e chegámos à conclusão de que não ia jogar algumas partidas para estar em forma frente ao Benfica", admitiu.
"Estas vitórias devem-se à liderança do presidente, porque as finais não de desperdiçam, são para ganhar. Ele veio ter connosco esta semana e estava tranquilo, porque sabia que íamos ganhar e nós também o sabíamos. Este foi o campeonato mais difícil destes cinco, porque o Benfica é uma equipa forte, que se reforçou muito bem e nos dificultou ao máximo a tarefa", declarou o ponta-direita.
RESUMO DO JOGO






























